Roger Casement Na Amazônia
Em agosto, a Universidade Federal de Amazonas sediará o Simpósio Internacional Roger Casement. O foco do evento de caráter interdisciplinar está na viagem do Cônsul-Geral Britânico Roger Casement em 1910 para investigar oficialmente os crimes contra a humanidade na fronteira entre Peru, Colômbia e Brasil. Tem-se como principal objetivo debater sobre os aspectos mais importantes das relações transatlânticas e inter-latino-americanas que estavam envolvidas nas complicadas políticas de recordação do boom da borracha no Amazonas. A demanda pela planta da borracha mudou a política econômica do mundo Atlântico e, mais dramaticamente, a demografia da região amazônica de formas que ainda permanecem. A demanda do mercado global levou à invasão das regiões tropicais do interior. Milhares de pessoas migraram para a floresta tropical de seringueira ainda não demarcada o qual trouxe graves danos para as comunidades locais. Vários tratados foram assinados no nível diplomático, às vezes secretamente, para reivindicar terras sem dono como parte do território nacional. Até recentemente, os custos humanos e do meio ambiente se tornaram visíveis nas várias histórias de progresso e modernidade da região.
Na real
O Simpósio internacional tem como objetivo motivar contribuições interdisciplinares em diversos campos do conhecimento na área da antropologia, História, teorias críticas, literatura e sociologia. Os temas a serem debatidos incluem questões de fronteiras, diásporas, modernidade a economia política da indústria da escravidão do Atlântico, globalizações, gênero, direitos humanos e justiça do meio ambiente. Outras propostas na interseção desses temas e abordagens, como fotografia, cinema e arte serão objeto de especial atenção com o objetivo de abrir novos campos de pesquisa. Por exemplo, a história da Booth Steamship Company é relevante para as atividades do rio Amazonas.
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
sábado, 14 de agosto de 2010
OPERAÇÃO PRATO PODE SER DESMASCARADA
UFOLOGIA TENTA PROVAR QUE MARCIANOS EXISTEM
As 1.562 páginas de documentos liberados pela Aeronáutica sobre Objetos Voadores Não-Identificados (OVNIs) nos céus do País mobilizam ufólogos no Brasil e no mundo Classificados como sigilosos até o ano passado, os documentos agora integram o Arquivo X da Coordenação Regional de Brasília do Arquivo Nacional. As fotos, depoimentos e desenhos das aparições serão o principal tema do 16º Encontro Diálogo com o Universo, que acontecerá na primeira semana de setembro, em Curitiba (PR).
Responsável pelo acervo, Vivien Ishaq, supervisora do Núcleo do Acervo do Regime Militar, não esperava tanta repercussão com a liberação dos documentos, que registram aparições de óvnis de 1952 até 1999. O que também chama a atenção de imediato é a quantidade de notícias na época dentro de um contexto de censura do regime militar, avaliou a pesquisadora.
Os ufólogos apontam que os principais documentos liberados até agora são sobre episódios antes negados pela Força Aérea Brasileira (FAB). Uma das sensações são os relatórios da Operação Prato, organizada pelos militares, entre setembro e dezembro de 1977, na cidade de Colares, no Pará, para averiguar as denúncias dos moradores. Eles relatavam que eram vítimas de queimaduras vindas de luzes do céu. A operação sempre foi negada pela Aeronáutica. A liberação deixa claro que a FAB não investigaria os casos, se os relatos não tivessem alguma credibilidade, disse o ufólogo carioca, Marco Antonio Petit.
Outra documentação liberada pela FAB foram as transcrições dos diálogos da cabine de comando do voo 169 da Vasp, de Fortaleza (CE) a São Paulo. Na noite de 8 de fevereiro de 1982, a tripulação e quase todos os 150 passageiros do Boeing 727 viram um óvni de diversas cores acompanhar a aeronave, durante um bom tempo. Os radares do Centro Integrado de Defesa Aeroespacial e Controle de Tráfego Aéreo nada detectaram, mas a Aeronáutica apurou. ‘A Aeronáutica investigava as pessoas que relatavam as aparições para checar a credibilidade das histórias e faziam uma espécie de cadastro‘, explicou o pesquisador do Arquivo Nacional, Pablo Endrigo Franco.
As 1.562 páginas de documentos liberados pela Aeronáutica sobre Objetos Voadores Não-Identificados (OVNIs) nos céus do País mobilizam ufólogos no Brasil e no mundo Classificados como sigilosos até o ano passado, os documentos agora integram o Arquivo X da Coordenação Regional de Brasília do Arquivo Nacional. As fotos, depoimentos e desenhos das aparições serão o principal tema do 16º Encontro Diálogo com o Universo, que acontecerá na primeira semana de setembro, em Curitiba (PR).
Responsável pelo acervo, Vivien Ishaq, supervisora do Núcleo do Acervo do Regime Militar, não esperava tanta repercussão com a liberação dos documentos, que registram aparições de óvnis de 1952 até 1999. O que também chama a atenção de imediato é a quantidade de notícias na época dentro de um contexto de censura do regime militar, avaliou a pesquisadora.
Os ufólogos apontam que os principais documentos liberados até agora são sobre episódios antes negados pela Força Aérea Brasileira (FAB). Uma das sensações são os relatórios da Operação Prato, organizada pelos militares, entre setembro e dezembro de 1977, na cidade de Colares, no Pará, para averiguar as denúncias dos moradores. Eles relatavam que eram vítimas de queimaduras vindas de luzes do céu. A operação sempre foi negada pela Aeronáutica. A liberação deixa claro que a FAB não investigaria os casos, se os relatos não tivessem alguma credibilidade, disse o ufólogo carioca, Marco Antonio Petit.
Outra documentação liberada pela FAB foram as transcrições dos diálogos da cabine de comando do voo 169 da Vasp, de Fortaleza (CE) a São Paulo. Na noite de 8 de fevereiro de 1982, a tripulação e quase todos os 150 passageiros do Boeing 727 viram um óvni de diversas cores acompanhar a aeronave, durante um bom tempo. Os radares do Centro Integrado de Defesa Aeroespacial e Controle de Tráfego Aéreo nada detectaram, mas a Aeronáutica apurou. ‘A Aeronáutica investigava as pessoas que relatavam as aparições para checar a credibilidade das histórias e faziam uma espécie de cadastro‘, explicou o pesquisador do Arquivo Nacional, Pablo Endrigo Franco.
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MANIPULAÇÃO DA MASSA LENDA URBANA...,
MENTIRA
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
OVINIS ESTRANGEIROS COM MAIS REGALIAS NO ESPAÇO ÁEREO BRASILEIRO
AGORA ESTÁ LEGALIZADO "OVINIS" AMERICANOS TEM LIVRE ACESSO NO ESPAÇO ÁEREO BRASILEIRO.
Governo torna públicos relatos sobre óvnis
Aeronáutica diz que não tem estrutura para investigar fenômenos, só para registrá-los
DE BRASÍLIA
Uma portaria publicada ontem pela Aeronáutica regulamenta o acesso a informações do governo sobre óvnis (objetos voadores não-identificados).
"Após a devida catalogação, tais registros devem ser enviados ao Centro de Documentação e Histórico da Aeronáutica que, por sua vez, encaminhará os originais ao acervo do Arquivo Nacional, oferecendo à sociedade acesso a esta documentação", informou a Aeronáutica.
Segundo a portaria, os relatos de usuários de serviços de controle do tráfego aéreo devem ser feitos em formulários próprios e entregues regularmente ao centro de documentação citado.
Hoje, o Arquivo Nacional tem sob sua guarda relatos sobre óvnis, fotografias e desenhos reunidos pelo governo entre 1952 e 1989.
No total, são 1.562 páginas de documentos que tratam de objetos e luzes não identificados. Os papeis mostram, inclusive, a participação oficial do governo nas investigações de objetos luminosos desconhecidos.
Reportagem da Folha publicada no ano passado mostrou trechos de informes "confidenciais" do SNI (Serviço Nacional de Informações), então órgão de espionagem da ditadura (1964-1985). "A forma do objeto era cilíndrica, quase cônica", dizia um dos relatórios.
Esses documentos eram sigilosos até recentemente, tendo sido liberados ao acesso público pelas Forças Armadas entre outubro de 2008 e setembro de 2009.
O entrega dos dados sobre óvnis ocorreu após um pedido feito pela CBU (Comissão Brasileira de Ufólogos) à Casa Civil, em 2007.
A Aeronáutica, em nota, ressalta que "não dispõe de uma estrutura especializada para realizar investigações científicas a respeito desses fenômenos aéreos", por isso limita-se a registrá-los.
NA REAL
O espaço áereo brasileiro sempre foi policiado por americanos, isso é fato. Nos foi revelado algo que não é novidade.O maior problema porque agora foi revelado?E a soberânia do Brasil? Nunca fomos soberanos! As forças armada brigam entre si, para saber quem é mais poderosa ou quem ganha mais. No Brasil as mesmas só agem a favor de benefícios próprios como politica de aumento de salário e claro. Esposas vão a luta de melhores condições até isso é um fator preocupante. Nossa fragilidade é motivo de piada lá fora. Os povos da Amazônia brasileira colombiana e peruana é que sabem de que se trata os OVINIS luzes ao anoitecer, sempre aparecem em algumas comunidades daquela região.Já foram vistos gringos sobrevoando as copas das ávores, em aparelho voador, conhecido de JETPACK.Em relatos moradores em sua maioria índios Ticuna, alegam que os mesmos os atacam para fazer tráfico de órgão humanos e nada até hoje foi feito pelo povo indígena.João em relato conta sempre apartir das 18:00h são avistados varios desses objetos voadores. Ja foram, encontradas crianças indígenas sem cabeça, com o tronco aberto sem olhos e órogãos. Em agulmas comunidades esse fato é conhecido como corta cabeça. Não há como policiar pois a selva é imença somos como gotas de água na selva amazônica. "PERGUNTAS" como o governo vai manter o patrimônio tão imenso sem devido conhecimento de causa?O que está por trás disso?Seria experiências com humano?estratégia de Marketing das revistas de UFOLOGIA ?Os futuros candidatos a presidência sabem sobre a tal situação?O que diriam os chefes de estado?
OPINIÃO
Stephen Hawking: única chance do ser humano será deixar a Terra
Cientista acredita que ser humano não sobreviverá na Terra. AFP
O astrofísico Stephen Hawking afirma que, ao menos que a raça humana colonize o espaço nos próximos dois séculos, vai desaparecer para sempre. Em entrevista ao site Big Think, o cientista diz que a única chance de sobrevivência do ser humano é sair da Terra e habitar novos planetas. As informações são do site do jornal britânico Daily Mail.
"Eu vejo um grande perigo para a raça humana. Houve vezes no passado em que a sobrevivência (do ser humano) foi incerta. A crise dos mísseis de Cuba em 1963 foi uma delas", disse Hawking. "É provável que a frequência dessas ocasiões aumente no futuro. Precisamos de muito cuidado e discernimento para negociar tudo isso com sucesso". Apesar do aviso, Hawking se diz otimista com a possibilidade de colonizarmos novos mundos.
No início deste ano, o cientista havia dito que o ser humano deveria evitar contato com formas de vida alienígenas, já que não temos certeza se elas seriam amigáveis. Desta vez, o astrofísico afirma que o próprio modo de vida da humanidade pode fazê-la desaparecer.
"Nossa população e o uso de recursos finitos do planeta Terra estão crescendo exponencialmente, assim como nossa capacidade técnica para mudar o ambiente para o bem e para o mal", diz Hawking. "Contudo, nosso código genético carrega instintos egoístas e agressivos que foram vantagens necessárias para a sobrevivência no passado. Será difícil evitar o desastre nos próximos 100 anos, ainda mais nos próximos mil ou 1 milhão".
Hawking já havia falado sobre a possibilidade de ser criada uma espaçonave capaz de viajar para o futuro. Ou seja, o equipamento utilizaria a viagem no tempo (apenas para o futuro) para atravessar grandes distâncias. Segundo a previsão de Hawking, a nave levaria seis anos para atingir sua capacidade máxima - 98% da velocidade da luz -, enquanto que um dia nela seria equivalente a um ano na Terra. Assim, após 80 anos, ela seria capaz de chegar aos limites de nossa galáxia.
Governo torna públicos relatos sobre óvnis
Aeronáutica diz que não tem estrutura para investigar fenômenos, só para registrá-los
DE BRASÍLIA
Uma portaria publicada ontem pela Aeronáutica regulamenta o acesso a informações do governo sobre óvnis (objetos voadores não-identificados).
"Após a devida catalogação, tais registros devem ser enviados ao Centro de Documentação e Histórico da Aeronáutica que, por sua vez, encaminhará os originais ao acervo do Arquivo Nacional, oferecendo à sociedade acesso a esta documentação", informou a Aeronáutica.
Segundo a portaria, os relatos de usuários de serviços de controle do tráfego aéreo devem ser feitos em formulários próprios e entregues regularmente ao centro de documentação citado.
Hoje, o Arquivo Nacional tem sob sua guarda relatos sobre óvnis, fotografias e desenhos reunidos pelo governo entre 1952 e 1989.
No total, são 1.562 páginas de documentos que tratam de objetos e luzes não identificados. Os papeis mostram, inclusive, a participação oficial do governo nas investigações de objetos luminosos desconhecidos.
Reportagem da Folha publicada no ano passado mostrou trechos de informes "confidenciais" do SNI (Serviço Nacional de Informações), então órgão de espionagem da ditadura (1964-1985). "A forma do objeto era cilíndrica, quase cônica", dizia um dos relatórios.
Esses documentos eram sigilosos até recentemente, tendo sido liberados ao acesso público pelas Forças Armadas entre outubro de 2008 e setembro de 2009.
O entrega dos dados sobre óvnis ocorreu após um pedido feito pela CBU (Comissão Brasileira de Ufólogos) à Casa Civil, em 2007.
A Aeronáutica, em nota, ressalta que "não dispõe de uma estrutura especializada para realizar investigações científicas a respeito desses fenômenos aéreos", por isso limita-se a registrá-los.
NA REAL
O espaço áereo brasileiro sempre foi policiado por americanos, isso é fato. Nos foi revelado algo que não é novidade.O maior problema porque agora foi revelado?E a soberânia do Brasil? Nunca fomos soberanos! As forças armada brigam entre si, para saber quem é mais poderosa ou quem ganha mais. No Brasil as mesmas só agem a favor de benefícios próprios como politica de aumento de salário e claro. Esposas vão a luta de melhores condições até isso é um fator preocupante. Nossa fragilidade é motivo de piada lá fora. Os povos da Amazônia brasileira colombiana e peruana é que sabem de que se trata os OVINIS luzes ao anoitecer, sempre aparecem em algumas comunidades daquela região.Já foram vistos gringos sobrevoando as copas das ávores, em aparelho voador, conhecido de JETPACK.Em relatos moradores em sua maioria índios Ticuna, alegam que os mesmos os atacam para fazer tráfico de órgão humanos e nada até hoje foi feito pelo povo indígena.João em relato conta sempre apartir das 18:00h são avistados varios desses objetos voadores. Ja foram, encontradas crianças indígenas sem cabeça, com o tronco aberto sem olhos e órogãos. Em agulmas comunidades esse fato é conhecido como corta cabeça. Não há como policiar pois a selva é imença somos como gotas de água na selva amazônica. "PERGUNTAS" como o governo vai manter o patrimônio tão imenso sem devido conhecimento de causa?O que está por trás disso?Seria experiências com humano?estratégia de Marketing das revistas de UFOLOGIA ?Os futuros candidatos a presidência sabem sobre a tal situação?O que diriam os chefes de estado?
OPINIÃO
Stephen Hawking: única chance do ser humano será deixar a Terra
Cientista acredita que ser humano não sobreviverá na Terra. AFP
O astrofísico Stephen Hawking afirma que, ao menos que a raça humana colonize o espaço nos próximos dois séculos, vai desaparecer para sempre. Em entrevista ao site Big Think, o cientista diz que a única chance de sobrevivência do ser humano é sair da Terra e habitar novos planetas. As informações são do site do jornal britânico Daily Mail.
"Eu vejo um grande perigo para a raça humana. Houve vezes no passado em que a sobrevivência (do ser humano) foi incerta. A crise dos mísseis de Cuba em 1963 foi uma delas", disse Hawking. "É provável que a frequência dessas ocasiões aumente no futuro. Precisamos de muito cuidado e discernimento para negociar tudo isso com sucesso". Apesar do aviso, Hawking se diz otimista com a possibilidade de colonizarmos novos mundos.
No início deste ano, o cientista havia dito que o ser humano deveria evitar contato com formas de vida alienígenas, já que não temos certeza se elas seriam amigáveis. Desta vez, o astrofísico afirma que o próprio modo de vida da humanidade pode fazê-la desaparecer.
"Nossa população e o uso de recursos finitos do planeta Terra estão crescendo exponencialmente, assim como nossa capacidade técnica para mudar o ambiente para o bem e para o mal", diz Hawking. "Contudo, nosso código genético carrega instintos egoístas e agressivos que foram vantagens necessárias para a sobrevivência no passado. Será difícil evitar o desastre nos próximos 100 anos, ainda mais nos próximos mil ou 1 milhão".
Hawking já havia falado sobre a possibilidade de ser criada uma espaçonave capaz de viajar para o futuro. Ou seja, o equipamento utilizaria a viagem no tempo (apenas para o futuro) para atravessar grandes distâncias. Segundo a previsão de Hawking, a nave levaria seis anos para atingir sua capacidade máxima - 98% da velocidade da luz -, enquanto que um dia nela seria equivalente a um ano na Terra. Assim, após 80 anos, ela seria capaz de chegar aos limites de nossa galáxia.
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terça-feira, 10 de agosto de 2010
CLAMOR AOS POVOS DO MADEIRA
Índios isolados do rio Madeira
Existe profunda preocupação quanto às críticas condições de sobrevivência dos povos indígenas em isolamento voluntário e recentemente contatados no Brasil, em especial àqueles remanescentes no Estado de Rondônia e no Amazonas, Amazônia Brasileira. Por seu distanciamento da sociedade majoritária e ausência de voz nos fóruns de discussões públicas e políticas, tais povos subsistem em condições de tamanha invisibilidade social, que os torna vítimas preferenciais de uma série de ações deletérias, levadas a cabo pelas vorazes frentes de expansão, sobretudo em território amazônico.
A grande mobilidade à qual estes pequenos grupamentos humanos foram obrigados ao longo de décadas ou séculos, ocultando-se e camuflando-se como única via de sobrevivência, tem repetidamente sido argumento dos invasores dos territórios indígenas da "inexistência" ou "implante de índios", sobretudo daqueles que se beneficiaram de titulações governamentais nos idos das décadas de 70/80 - justamente o período em que as ações genocidas sobre tais povos demonstraram-se mais sanguinárias no Estado de Rondônia. À época, a perspectiva desenvolvimentista da Amazônia como uma "terra sem homens", para a qual seria necessário alocar "homens sem terra", ignorando a milenar presença indígena, promoveu a ocupação ilegal e grilagem por parte de latifundiários e exploradores egressos em sua maioria do centro-sul do país, que rapidamente subverteram a lógica do assentamento de trabalhadores rurais trasladados pelo estímulo oficial. Concomitantemente, realizaram uma brutal "limpeza territorial e étnica" através de repetidas chacinas sobre inúmeros povos indígenas nativos.
Métodos facínoras com requintes de crueldade, como o incêndio de aldeias, derrubada de moradias com tratores de esteira, envenenamento com raticida misturado à alimentos ofertados, escravismo e abusos sexuais, execuções sumárias por armas de fogo, caçadas humanas e torturas de todo tipo são resguardados por testemunhos silenciados pelo medo e pela memória dos últimos sobreviventes de etnias indígenas recentemente contatadas em Rondônia. Para nossa vergonha e espanto, não são fatos remotos, e sim eventos históricos registrados nas últimas décadas, quando deveria o Brasil vivenciar o pleno estado democrático de direito!
Recentemente, o último sobrevivente conhecido de uma etnia massacrada em Rondônia, denominado como "Índio do Buraco", sofreu atentado à bala por pistoleiros, apesar de protegido legalmente pela interdição federal da "Terra Indígena Tanarú"(municípios de Corumbiara, Chupinguaia, Parecis e Pimenteiras do Oeste-RO), e monitorado por equipe local da Coordenação Geral de Índios Isolados, da FUNAI. O posto local da FUNAI foi atacado e teve seus parcos equipamentos destruídos, exemplificando a ação intimidatória criminosa que a impunidade vigente permite aos mandatários regionais. Não distante dali, na Terra Indígena Omerê, os últimos Akuntsú e Kanoê, etnias as quais, somadas, restam apenas oito sobreviventes, além de terem suas terras invadidas, têm apresentado graves deficiências de saúde que podem inviabilizar sua sobrevivência imediata , o que exige ação urgente e assistência modelar por parte do Estado Brasileiro.
É necessário reafirmar que constam evidências ou informes da existência de diversos povos indígenas isolados no Madeira e no Estado de Rondônia:
Povo Isolado da cabeceira do rio Formoso; Povo Isolado do rio Candeias; Povo Isolado do rio Karipuninha; Povo Isolado do rio Jaci-Paraná; Povo Isolado do rio Jacundá; Povo Isolado das cabeceiras dos rios Marmelo e Maicizinho; Povo Isolado do rio Novo e Cachoeira do rio Pacaas Novas; Povo Isolado da Rebio Jaru; Povo Isolado da Serra da Cutia; Povo Isolado do Parque Estadual de Corumbiara; Povo Isolado do chamado "Índio do Buraco", quase extinto no rio Tanarú.
Há registros do povo isolado conhecido por JURUREÍ há menos de 5 km do trecho de pavimentação previsto da BR 429 , e relatórios internos da FUNAI indicam pelo menos cinco grupos de índios isolados na área de abrangência da Usina Hidrelétrica de Santo Antônio, no rio Madeira.
A Terra Indígena Massaco, também habitada por índígenas não-contatados, é igualmente território ameaçado por invasões e conflitos fundiários que podem se traduzir em genocídio iminente.
É intolerável à sociedade e ao Estado Brasileiro compactuarem ou demonstrarem-se omissos diante do flagrante descaso, opressão e genocídio expresso em pleno século XXI, que tem se configurado sobre os últimos povos nativos livres em território nacional.
Tais povos, independentemente de sua fragilidade demográfica - fruto de séculos de extermínio silencioso no país - são parte crucial da matriz cultural, social e humana da nação brasileira. São sobreviventes meritórios de nossa resistência nativa, e constituem-se em patrimônio humano, biológico, cultural, histórico e espiritual do povo brasileiro e da Humanidade. Têm tido seus direitos mais elementares, sobretudo à vida, vilipendiados e ignorados ao longo da história de brutalidade pretensamente civilizatória na ocupação territorial do Brasil.
Reivindicamos aos últimos povos nativos livres no Brasil o direito de VIVEREM EM PAZ, sob a PROTEÇÃO EFETIVA DO ESTADO e do modo que sua perspectiva humana lhes indique que seja a FORMA DIGNA DE CONTINUAR A VIVER.
É inaceitável que, ainda que juridicamente protegidos pelo Estado, os povos indígenas em isolamento no Brasil subsistam ignorados pelos investimentos desenvolvimentistas, pressionados e executados pela exploração desmedida dos últimos nichos preservados de suas florestas e vitimados, ainda, pelos mais torpes métodos de extermínio que a impunidade estimula.
PELO COMPROMISSO DO ESTADO BRASILEIRO COM A SALVAGUARDA PÚBLICA, PROTEÇÃO ESPECIAL E DEFESA INTRANSIGENTE DOS DIREITOS ÉTNICOS, SOCIOCULTURAIS, TERRITORIAIS E À VIDA DOS POVOS INDÍGENAS EM ISOLAMENTO VOLUNTÁRIO E RECENTEMENTE CONTATADOS NO BRASIL. PELA URGENTE REGULARIZAÇÃO E DESINTRUSÃO DA TERRA INDÍGENA TANARÚ (RO), COM EFETIVA PROTEÇÃO AO ÚLTIMO REMANESCENTE DO POVO DO CHAMADO "HOMEM DO BURACO", BEM COMO PUNIÇÃO LEGAL DOS RESPONSÁVEIS POR AÇÕES INTIMIDATÓRIAS E CRIMINOSAS NA TERRA INDÍGENA TANARÚ. POR UMA ATENÇÃO MÉDICA DIFERENCIADA, URGENTE , EFICIENTE E ADEQUADA ÀS NECESSIDADES CRÍTICAS DOS ÚLTIMOS AKUNTSÚ E KANOÊ NA TERRA INDÍGENA RIO OMERÊ (RO), E TOTAL DESINTRUSÃO DE SUAS TERRAS. PELA URGENTE REAVALIAÇÃO E CONSIDERAÇÃO DE FATO DA PRESENÇA INDÍGENA DE GRUPOS AUTÔNOMOS EM ISOLAMENTO NAS ÁREAS AFETADAS POR OBRAS GOVERNAMENTAIS DE INFRAESTRUTURA, TAIS COMO RODOVIAS INTERESTADUAIS E TRANSNACIONAIS, BARRAGENS HIDRELÉTRICAS, HIDROVIAS E OUTROS PROJETOS DE ALTO IMPACTO SOCIOAMBIENTAL, COMO A RODOVIA BR 429 E AS USINAS HIDRELÉTRICAS NA BACIA DO RIO MADEIRA, ENTRE OUTROS.
A sociedade civil espera do Estado Brasileiro atitudes à altura da urgência e importância social e política na proteção à sobrevivência e continuidade dos últimos povos indígenas autônomos no Brasil, bem como a conservação e proteção de seus territórios, esteio de suas vidas e de suas possibilidades de futuro.
Existe profunda preocupação quanto às críticas condições de sobrevivência dos povos indígenas em isolamento voluntário e recentemente contatados no Brasil, em especial àqueles remanescentes no Estado de Rondônia e no Amazonas, Amazônia Brasileira. Por seu distanciamento da sociedade majoritária e ausência de voz nos fóruns de discussões públicas e políticas, tais povos subsistem em condições de tamanha invisibilidade social, que os torna vítimas preferenciais de uma série de ações deletérias, levadas a cabo pelas vorazes frentes de expansão, sobretudo em território amazônico.
A grande mobilidade à qual estes pequenos grupamentos humanos foram obrigados ao longo de décadas ou séculos, ocultando-se e camuflando-se como única via de sobrevivência, tem repetidamente sido argumento dos invasores dos territórios indígenas da "inexistência" ou "implante de índios", sobretudo daqueles que se beneficiaram de titulações governamentais nos idos das décadas de 70/80 - justamente o período em que as ações genocidas sobre tais povos demonstraram-se mais sanguinárias no Estado de Rondônia. À época, a perspectiva desenvolvimentista da Amazônia como uma "terra sem homens", para a qual seria necessário alocar "homens sem terra", ignorando a milenar presença indígena, promoveu a ocupação ilegal e grilagem por parte de latifundiários e exploradores egressos em sua maioria do centro-sul do país, que rapidamente subverteram a lógica do assentamento de trabalhadores rurais trasladados pelo estímulo oficial. Concomitantemente, realizaram uma brutal "limpeza territorial e étnica" através de repetidas chacinas sobre inúmeros povos indígenas nativos.
Métodos facínoras com requintes de crueldade, como o incêndio de aldeias, derrubada de moradias com tratores de esteira, envenenamento com raticida misturado à alimentos ofertados, escravismo e abusos sexuais, execuções sumárias por armas de fogo, caçadas humanas e torturas de todo tipo são resguardados por testemunhos silenciados pelo medo e pela memória dos últimos sobreviventes de etnias indígenas recentemente contatadas em Rondônia. Para nossa vergonha e espanto, não são fatos remotos, e sim eventos históricos registrados nas últimas décadas, quando deveria o Brasil vivenciar o pleno estado democrático de direito!
Recentemente, o último sobrevivente conhecido de uma etnia massacrada em Rondônia, denominado como "Índio do Buraco", sofreu atentado à bala por pistoleiros, apesar de protegido legalmente pela interdição federal da "Terra Indígena Tanarú"(municípios de Corumbiara, Chupinguaia, Parecis e Pimenteiras do Oeste-RO), e monitorado por equipe local da Coordenação Geral de Índios Isolados, da FUNAI. O posto local da FUNAI foi atacado e teve seus parcos equipamentos destruídos, exemplificando a ação intimidatória criminosa que a impunidade vigente permite aos mandatários regionais. Não distante dali, na Terra Indígena Omerê, os últimos Akuntsú e Kanoê, etnias as quais, somadas, restam apenas oito sobreviventes, além de terem suas terras invadidas, têm apresentado graves deficiências de saúde que podem inviabilizar sua sobrevivência imediata , o que exige ação urgente e assistência modelar por parte do Estado Brasileiro.
É necessário reafirmar que constam evidências ou informes da existência de diversos povos indígenas isolados no Madeira e no Estado de Rondônia:
Povo Isolado da cabeceira do rio Formoso; Povo Isolado do rio Candeias; Povo Isolado do rio Karipuninha; Povo Isolado do rio Jaci-Paraná; Povo Isolado do rio Jacundá; Povo Isolado das cabeceiras dos rios Marmelo e Maicizinho; Povo Isolado do rio Novo e Cachoeira do rio Pacaas Novas; Povo Isolado da Rebio Jaru; Povo Isolado da Serra da Cutia; Povo Isolado do Parque Estadual de Corumbiara; Povo Isolado do chamado "Índio do Buraco", quase extinto no rio Tanarú.
Há registros do povo isolado conhecido por JURUREÍ há menos de 5 km do trecho de pavimentação previsto da BR 429 , e relatórios internos da FUNAI indicam pelo menos cinco grupos de índios isolados na área de abrangência da Usina Hidrelétrica de Santo Antônio, no rio Madeira.
A Terra Indígena Massaco, também habitada por índígenas não-contatados, é igualmente território ameaçado por invasões e conflitos fundiários que podem se traduzir em genocídio iminente.
É intolerável à sociedade e ao Estado Brasileiro compactuarem ou demonstrarem-se omissos diante do flagrante descaso, opressão e genocídio expresso em pleno século XXI, que tem se configurado sobre os últimos povos nativos livres em território nacional.
Tais povos, independentemente de sua fragilidade demográfica - fruto de séculos de extermínio silencioso no país - são parte crucial da matriz cultural, social e humana da nação brasileira. São sobreviventes meritórios de nossa resistência nativa, e constituem-se em patrimônio humano, biológico, cultural, histórico e espiritual do povo brasileiro e da Humanidade. Têm tido seus direitos mais elementares, sobretudo à vida, vilipendiados e ignorados ao longo da história de brutalidade pretensamente civilizatória na ocupação territorial do Brasil.
Reivindicamos aos últimos povos nativos livres no Brasil o direito de VIVEREM EM PAZ, sob a PROTEÇÃO EFETIVA DO ESTADO e do modo que sua perspectiva humana lhes indique que seja a FORMA DIGNA DE CONTINUAR A VIVER.
É inaceitável que, ainda que juridicamente protegidos pelo Estado, os povos indígenas em isolamento no Brasil subsistam ignorados pelos investimentos desenvolvimentistas, pressionados e executados pela exploração desmedida dos últimos nichos preservados de suas florestas e vitimados, ainda, pelos mais torpes métodos de extermínio que a impunidade estimula.
PELO COMPROMISSO DO ESTADO BRASILEIRO COM A SALVAGUARDA PÚBLICA, PROTEÇÃO ESPECIAL E DEFESA INTRANSIGENTE DOS DIREITOS ÉTNICOS, SOCIOCULTURAIS, TERRITORIAIS E À VIDA DOS POVOS INDÍGENAS EM ISOLAMENTO VOLUNTÁRIO E RECENTEMENTE CONTATADOS NO BRASIL. PELA URGENTE REGULARIZAÇÃO E DESINTRUSÃO DA TERRA INDÍGENA TANARÚ (RO), COM EFETIVA PROTEÇÃO AO ÚLTIMO REMANESCENTE DO POVO DO CHAMADO "HOMEM DO BURACO", BEM COMO PUNIÇÃO LEGAL DOS RESPONSÁVEIS POR AÇÕES INTIMIDATÓRIAS E CRIMINOSAS NA TERRA INDÍGENA TANARÚ. POR UMA ATENÇÃO MÉDICA DIFERENCIADA, URGENTE , EFICIENTE E ADEQUADA ÀS NECESSIDADES CRÍTICAS DOS ÚLTIMOS AKUNTSÚ E KANOÊ NA TERRA INDÍGENA RIO OMERÊ (RO), E TOTAL DESINTRUSÃO DE SUAS TERRAS. PELA URGENTE REAVALIAÇÃO E CONSIDERAÇÃO DE FATO DA PRESENÇA INDÍGENA DE GRUPOS AUTÔNOMOS EM ISOLAMENTO NAS ÁREAS AFETADAS POR OBRAS GOVERNAMENTAIS DE INFRAESTRUTURA, TAIS COMO RODOVIAS INTERESTADUAIS E TRANSNACIONAIS, BARRAGENS HIDRELÉTRICAS, HIDROVIAS E OUTROS PROJETOS DE ALTO IMPACTO SOCIOAMBIENTAL, COMO A RODOVIA BR 429 E AS USINAS HIDRELÉTRICAS NA BACIA DO RIO MADEIRA, ENTRE OUTROS.
A sociedade civil espera do Estado Brasileiro atitudes à altura da urgência e importância social e política na proteção à sobrevivência e continuidade dos últimos povos indígenas autônomos no Brasil, bem como a conservação e proteção de seus territórios, esteio de suas vidas e de suas possibilidades de futuro.
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Falta de respeito,
Genocídio,
Injustiça,
Irresponsabilidade...
quinta-feira, 29 de julho de 2010
MISSIONÁRIOS ESTRANGEIROS AMEAÇA PERMANENTE AO ÍNDIOS DO BRASIL
Missionários estrangeiros defendem tribos amazônicas como patrimônio da humanidade
De Agencia EFE
O missionário espanhol Cabodevilla, quem atua na Amazônia equatoriana na fronteira com a Colômbia, propôs nesta quinta-feira declarar as tribos amazônicas que não ainda tiveram contato com o homem como "patrimônio da humanidade", (Por seria isso?) já que são grupos "especialmente valiosos".(para quem e por que?)
O sacerdote capuchinho defendeu pela proteção no curso sobre "direitos humanos, desenvolvimento humano e cidadania" que ocorreu na Universidade Pública de Navarra (UPN), com sede na cidade de Pamplona (norte da Espanha).
Cabodevilla explicou que em sua experiência amazônica manteve encontros com um grupo minoritário, os chamados "taromenani", que são possivelmente parte de uma tribo já contatada no Equador, os "waorani".
Estes grupos, disse à Agência Efe, representam "um grande desafio" aos denominados "direitos internacionais" porque se encontram em "uma área muito afastada" da concepção do mundo ocidental e optaram pela "não comunicação".
O missionário ressaltou que no desconhecido "continente" da Amazônia, persistem estes "redutos de patrimônio humanitário", que podem apresentar pensamentos, conhecimentos, formas de vida e de memória que para um ocidental é difícil imaginar.
Afirmou que em seus países estes indígenas "são muito desprezados" e "não se chega a compreender o incrível valor humano que têm", já que "há situações de ternura, de defesa de sua família, de repartição de bens entre eles, de convivência, que são uma maravilha".
Cabodevilla ressaltou a dificuldade de convivência com estes grupos isolados, já que "a sobrevivência na selva impõe costumes 'morais', de comportamento, familiares e econômicos" que podem parecer "absurdos, ilegais ou reprováveis", mas que "na selva, vendo como funciona aquele cosmos, é compreensível".
Na Real
No Brasil quem cuida dos interesses dos índios, são missionários estrangeiros e suas ONGs.
É tudo de fachada! sabemos que objetivo é fazer experiência com nosso sangue que é puro e saudável. Nossos espermatozóides não possuem doenças venéreas. Pois sabem que somos fortes. Pegamos por diversas vezes Malária e não morremos. Sempre fizeram isso, apropriam se de nossos saberes depois patentiam nossos conhecimentos. Dizem que descobriram, e tudo acaba na mesma.
Ninguém faz nada!Chegam em nossas comunidades e dizem que vieram nos apresentar Jesus Nos catequisam e acabam impondo ordens. Foi o caso de uma tradição que foi interrompida e temos muita magoa disso. MENINA MOÇA era um rito espiritual muito nobre do povo Ticuna. A explicação nos dada é que bebiamos muito e Deus não gostava daquilo.Vão tirando nosso conhecimento e crenças, sem pedir autorização. Oferecem tudo, até dinheiro. É uma pena, pois sofremos com nossa pobreza. Não podemos fazer nada! afirma o índio Ticuna da Comunidade de Vendaval no Solimões. Na maioria das vezes conseguem com facilidade a entrada em nossas áreas. Mostram documentos de autorização da FUNAI. Na maioria das vezes é o Tuchaua o mais político e acaba sedendo a entrada dessas pessoas.
Caso bastante procupante! Antropólogos dão apoio nessas negociações, dizem que amam trabalhar com índios.
Porém não nos querem proximos deles. (Por que seria?)
Futuramente acontecerá as eleições presidênciais, somos obrigados a votar.
Sabemos que nada mudará!
As autoridades agem como a justiça, sempre de olhos vendados.Sabem de que se trata!
Nossa atual conjuntura na verdade é dura e miserável, precisamos de gente que atenda nossos interesses.
Nossa região e nossa gente não os elege "PRESIDENTE" sempre vai ser assim. Estamos desgastados mas um dia deremos a volta por cima.(Arnoldo wapichana)
De Agencia EFE
O missionário espanhol Cabodevilla, quem atua na Amazônia equatoriana na fronteira com a Colômbia, propôs nesta quinta-feira declarar as tribos amazônicas que não ainda tiveram contato com o homem como "patrimônio da humanidade", (Por seria isso?) já que são grupos "especialmente valiosos".(para quem e por que?)
O sacerdote capuchinho defendeu pela proteção no curso sobre "direitos humanos, desenvolvimento humano e cidadania" que ocorreu na Universidade Pública de Navarra (UPN), com sede na cidade de Pamplona (norte da Espanha).
Cabodevilla explicou que em sua experiência amazônica manteve encontros com um grupo minoritário, os chamados "taromenani", que são possivelmente parte de uma tribo já contatada no Equador, os "waorani".
Estes grupos, disse à Agência Efe, representam "um grande desafio" aos denominados "direitos internacionais" porque se encontram em "uma área muito afastada" da concepção do mundo ocidental e optaram pela "não comunicação".
O missionário ressaltou que no desconhecido "continente" da Amazônia, persistem estes "redutos de patrimônio humanitário", que podem apresentar pensamentos, conhecimentos, formas de vida e de memória que para um ocidental é difícil imaginar.
Afirmou que em seus países estes indígenas "são muito desprezados" e "não se chega a compreender o incrível valor humano que têm", já que "há situações de ternura, de defesa de sua família, de repartição de bens entre eles, de convivência, que são uma maravilha".
Cabodevilla ressaltou a dificuldade de convivência com estes grupos isolados, já que "a sobrevivência na selva impõe costumes 'morais', de comportamento, familiares e econômicos" que podem parecer "absurdos, ilegais ou reprováveis", mas que "na selva, vendo como funciona aquele cosmos, é compreensível".
Na Real
No Brasil quem cuida dos interesses dos índios, são missionários estrangeiros e suas ONGs.
É tudo de fachada! sabemos que objetivo é fazer experiência com nosso sangue que é puro e saudável. Nossos espermatozóides não possuem doenças venéreas. Pois sabem que somos fortes. Pegamos por diversas vezes Malária e não morremos. Sempre fizeram isso, apropriam se de nossos saberes depois patentiam nossos conhecimentos. Dizem que descobriram, e tudo acaba na mesma.
Ninguém faz nada!Chegam em nossas comunidades e dizem que vieram nos apresentar Jesus Nos catequisam e acabam impondo ordens. Foi o caso de uma tradição que foi interrompida e temos muita magoa disso. MENINA MOÇA era um rito espiritual muito nobre do povo Ticuna. A explicação nos dada é que bebiamos muito e Deus não gostava daquilo.Vão tirando nosso conhecimento e crenças, sem pedir autorização. Oferecem tudo, até dinheiro. É uma pena, pois sofremos com nossa pobreza. Não podemos fazer nada! afirma o índio Ticuna da Comunidade de Vendaval no Solimões. Na maioria das vezes conseguem com facilidade a entrada em nossas áreas. Mostram documentos de autorização da FUNAI. Na maioria das vezes é o Tuchaua o mais político e acaba sedendo a entrada dessas pessoas.
Caso bastante procupante! Antropólogos dão apoio nessas negociações, dizem que amam trabalhar com índios.
Porém não nos querem proximos deles. (Por que seria?)
Futuramente acontecerá as eleições presidênciais, somos obrigados a votar.
Sabemos que nada mudará!
As autoridades agem como a justiça, sempre de olhos vendados.Sabem de que se trata!
Nossa atual conjuntura na verdade é dura e miserável, precisamos de gente que atenda nossos interesses.
Nossa região e nossa gente não os elege "PRESIDENTE" sempre vai ser assim. Estamos desgastados mas um dia deremos a volta por cima.(Arnoldo wapichana)
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EXPLORAÇÃO DE RIQUEZAS E CONHECIMENTOS INDÍGENA,
FARÇA
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Jornalista da Amazônia desmistifica acordos entre Brasil e EUA
Estou convencido: a recente projeção do Brasil no cenário mundial mostrou que Lula é muito mais do que “o cara”. Lula é o próprio pütchipü´u. Ele age como um pütchipü´u. Pensa como um pütchipü´u. Usa as mesmas ferramentas que um pütchipü´u. Então, ele é um pütchipü´u. Na verdade, sempre foi um pütchipü´u, mas sua pütchipü´ulidade adquire agora uma dimensão planetária. Que diabo, afinal, vem a ser o pütchipü´u?Pera lá! Antes de qualquer explicação, deixa que eu vá logo prevenindo: não entendo chongas de política internacional. E daí? Muitos colunistas de plantão da grande mídia também não, o que não impediu, nessa semana, que pontificassem, com ar doutoral, sobre a recente iniciativa diplomática do Brasil e da Turquia no Irã. É impressionante! Os caras falam com tanta intimidade, parece até que o Obama, com quem tomam o breakfast, lhes passa informações em primeira mão. Não manifestam dúvidas, só certezas. São contundentes.Concordaram com a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, que criticou a ação de Lula no cenário internacional. Ela acha que o acordo arrancado pelo Brasil e pela Turquia, com base – quanta ironia! – em exigências prévias da própria Casa Branca, “torna o mundo mais perigoso” porque “ajuda o Irã a ganhar tempo na execução de seu programa nuclear”. Manifestou “discordâncias sérias com o Brasil”. Cobrou do Conselho de Segurança da ONU sanções ao Irã e reafirmou a doutrina Bush de segurança, que confere aos Estados Unidos a função de meganha do planeta.Essa é a opinião dela, lá pras negas dela. Tudo bem, ela está no seu papel. Serve ao militarismo e à indústria bélica. Quem não está no seu papel são alguns comentaristas brasileiros, que de forma subserviente embarcaram na canoa norte-americana, adotando o ponto de vista da secretária como se fosse “a verdade”. Criticaram “o erro de cálculo do Itamaraty”, sua “desastrosa política externa” e as “ambições megalomaníacas” de Lula. Debocharam do que chamam de “diplomacia da periferia”. Incorporaram o complexo de vira-lata: “Imagina, o Brasil querendo interferir nos destinos do planeta como se fosse uma grande potência nuclear!”Se me permitem, quero discordar. Ora, se Lula e o Brasil, por essa razão, não podem influenciar a diplomacia mundial, então jornalista que nasce e reside no país do Lula está incapacitado para tecer comentários sobre política internacional, distanciado que está das fontes e do círculo de poder. Só quem pode falar é colunista do New York Times ou do Washington Post. Acontece que o poder do Lula não se apóia no canhão e na bomba atômica. Lula, em vez de rosnar como um Pitt Bull, fala como um pütchipü´u.O dono do verboO pütchipü´u é um personagem fundamental na cultura dos índios Wayuu, que são conhecidos também como Guajiro, vivem na Venezuela e na Colômbia e somam atualmente cerca de 500 mil habitantes nos dois países.O direito consuetudinário dos Wayuu parte do princípio de que os conflitos são inevitáveis em todas as sociedades e que cada uma desenvolve mecanismos para manter a ordem, a paz, a harmonia e a coesão social. Para isso, algumas sociedades criaram instituições como polícia, cadeia, tribunal, lei. Os Wayuu criaram um sistema jurídico singular onde quem se destaca é o pütchipü´u.Sua origem está no grande legislador, que segundo as narrativas míticas é um pássaro, que dita as primeiras normas de vida em sociedade. Esse pássaro dá origem ao pütchipü´u, cuja retórica, similar ao canto das aves, busca a harmonia. O pütchipü´u é o “mestre da palavra’, o “dono do verbo”, enfim um índio sábio, especialista no manejo da linguagem. Tem a fala envolvente, convincente, sedutora e o dom da clarividência, do bom humor. Sua função é usar tais qualidades para solucionar disputas familiares e conflitos intra-étnicos.Quando alguém se sente prejudicado, chama logo o pütchipü´u. Ele vem, analisa, conversa com as partes em lítigio, persuade, insinua, negocia, cria cenários às vezes ameaçadores sobre os possíveis desdobramentos do caso, mostrando que todo mundo pode perder. Ele não é bem um juiz que condena ou absolve. É mais um intermediário, um mediador na solução das brigas, e isso porque o sistema jurídico Wayuu não é um sistema de “justiça punitiva”, mas de “justiça de compensação”, “justiça de restituição”.Esse sistema, do qual o pütchipü´u é – digamos assim – um “funcionário”, não está tão preocupado com as normas, que são limitadas a alguns princípios gerais. O seu foco não incide sobre a transgressão ao código, mas sobre a “origem do dano”. A intencionalidade de quem cometeu um prejuízo não é relevante, mas sim sua “responsabilidade objetiva”. A justiça se faz não para vingar e punir os culpados, mas para restabelecer a paz e o equilíbrio das relações sociais.Por isso, a intervenção do pütchipü´u não se conclui com um “ganhador” e um “perdedor”, mas com a restauração da harmonia entre as partes em litígio. O principal é o reconhecimento do dano por parte de quem o fez e uma compensação ao prejudicado, em geral, com o pagamento de uma indenização, o que é decidido não por uma sentença imposta às partes, mas por consenso, pelo acordo através da conversa, do papo, da negociação, da conciliação, e esse é justamente o trabalho do pütchipü´u.Dessa forma, os Wayuu consideram os conflitos sociais não como formas indesejadas de patologia social, mas como eventos cíclicos inerentes à vida comunitária, que abrem a possibilidade de recompor as relações sociais, solucionando as desavenças através do diálogo, que é – segundo Jorge Luis Borges – a mais criativa invenção do ser humano, mais importante do que a bomba atômica.
El palabrero
Nem todo pütchipü´u tem sucesso. Quando tem, o pagamento que recebe pelos serviços prestados é uma vaca ou algumas ovelhas e cabras, mas atualmente alguns deles recebem dinheiro. No entanto, o benefício maior é o aumento de seu prestígio. Há casos, porém, de fracasso, quando em vez de resolver o problema, causam mais confusão, originando novas agressões e o agravamento das hostilidades entre as partes. Aí, seu prestígio diminui.
Embora não sejam perfeitos, os procedimentos do sistema normativo Wayuu não devem ser considerados como algo rudimentar e primitivo, mas ao contrário constituem uma forma de exercer justiça que pode contribuir significativamente para o aperfeiçoamento dos sistemas legais de sociedades mais complexas. Um juiz da Venezuela, Ricardo Colmenares, autor de dois livros sobre o tema, está convencido de que o estudo do sistema normativo Wayuu pode favorecer a incorporação de formas jurídicas indígenas dentro do sistema jurídico formal.
Durante os últimos cinco séculos os Wayuu vêm aplicando o direito próprio dentro de seu território, mas de forma extralegal. Só recentemente esse direito foi reconhecido pelos dois países. Os colombianos, cuja Constituição de 1991 garantiu a autonomia dos territórios indígenas, começaram a estudar o sistema jurídico Wayuu, entendendo que o seu uso pode ser útil para a administração dos territórios.
Na Venezuela, um pluralismo jurídico tácito funciona também em território Wayuu, na medida em que num mesmo espaço social coexistem dois ou mais sistemas normativos – o direito escrito e o direito consuetudinário. Tanto lá como na Colômbia o pütchipü´u é designado pelo termo espanhol de “palabrero”, uma expressão meio ambígua que numa tradução aproximativa significa também falastrão, ou aquele que tem lábia, manha, esperteza, o que pode revelar um preconceito grafocêntrico de sociedades com escrita em relação às culturas da oralidade.
Lula, que veio do mundo da oralidade, que construiu seu saber na luta sindical e política, no trabalho, nas assembléias, nas negociações com a FIESP, no convencimento dos metalúrgicos, atuou como um sábio pütchipü´u no caso do acordo com a Turquia e o Irã, acordo conquistado – como escreveu Leonardo Boff “mediante o diálogo, a mútua confiança que nasce do olho no olho e a negociação na lógica do ganha-ganha. Nada de intimidações, de imposições, de ameaças, de pressões de toda ordem e de satanização do outro”.
Nesse caso – confirmou o próprio Lula – não tem essa história de ou dá ou desce. "Aqui ninguém dá e todo mundo desce”. Desde as lutas dos metalúrgicos do ABC, quando negociava com a poderosa Fiesp, cercado por baionetas, Lula já era um legítimo pütchipü´u. A ONU devia mesmo nomeá-lo o pütchipü´u do mundo.
P.S. 1– Espero que os eleitores do Maranhão não se deixem convencer quando Lula pedir votos para a Roseana Sarney (vixe, vixe!).
P.S. 2 – Agradeço ao antropólogo wayuu do clã Uliana, Weidler Guerra Curvelo, autor do livro “La disputa y La palabra. La Ley em La sociedad wayuu”, publicado em 2001. Foi de lá que retirei as informações aqui apresentadas.O livro, dividido em oito capítulos, recebeu o Premio Nacional de Cultura em 2001 e foi publicado pelo Ministerio de Cultura da Colombia. Seu autor é mestre em antropologia pela Universidade de Los Andes e foi secretário de Assuntos Indigenas do Departamento da La Guajira. Em seu trabalho de pesquisa, entrevistou vários palabreros, entre os quais o conhecido Sarakaana Pushaina que lhe apresentou o funcionamento mitico do sistema normativo Wayuu.
El palabrero
Nem todo pütchipü´u tem sucesso. Quando tem, o pagamento que recebe pelos serviços prestados é uma vaca ou algumas ovelhas e cabras, mas atualmente alguns deles recebem dinheiro. No entanto, o benefício maior é o aumento de seu prestígio. Há casos, porém, de fracasso, quando em vez de resolver o problema, causam mais confusão, originando novas agressões e o agravamento das hostilidades entre as partes. Aí, seu prestígio diminui.
Embora não sejam perfeitos, os procedimentos do sistema normativo Wayuu não devem ser considerados como algo rudimentar e primitivo, mas ao contrário constituem uma forma de exercer justiça que pode contribuir significativamente para o aperfeiçoamento dos sistemas legais de sociedades mais complexas. Um juiz da Venezuela, Ricardo Colmenares, autor de dois livros sobre o tema, está convencido de que o estudo do sistema normativo Wayuu pode favorecer a incorporação de formas jurídicas indígenas dentro do sistema jurídico formal.
Durante os últimos cinco séculos os Wayuu vêm aplicando o direito próprio dentro de seu território, mas de forma extralegal. Só recentemente esse direito foi reconhecido pelos dois países. Os colombianos, cuja Constituição de 1991 garantiu a autonomia dos territórios indígenas, começaram a estudar o sistema jurídico Wayuu, entendendo que o seu uso pode ser útil para a administração dos territórios.
Na Venezuela, um pluralismo jurídico tácito funciona também em território Wayuu, na medida em que num mesmo espaço social coexistem dois ou mais sistemas normativos – o direito escrito e o direito consuetudinário. Tanto lá como na Colômbia o pütchipü´u é designado pelo termo espanhol de “palabrero”, uma expressão meio ambígua que numa tradução aproximativa significa também falastrão, ou aquele que tem lábia, manha, esperteza, o que pode revelar um preconceito grafocêntrico de sociedades com escrita em relação às culturas da oralidade.
Lula, que veio do mundo da oralidade, que construiu seu saber na luta sindical e política, no trabalho, nas assembléias, nas negociações com a FIESP, no convencimento dos metalúrgicos, atuou como um sábio pütchipü´u no caso do acordo com a Turquia e o Irã, acordo conquistado – como escreveu Leonardo Boff “mediante o diálogo, a mútua confiança que nasce do olho no olho e a negociação na lógica do ganha-ganha. Nada de intimidações, de imposições, de ameaças, de pressões de toda ordem e de satanização do outro”.
Nesse caso – confirmou o próprio Lula – não tem essa história de ou dá ou desce. "Aqui ninguém dá e todo mundo desce”. Desde as lutas dos metalúrgicos do ABC, quando negociava com a poderosa Fiesp, cercado por baionetas, Lula já era um legítimo pütchipü´u. A ONU devia mesmo nomeá-lo o pütchipü´u do mundo.
P.S. 1– Espero que os eleitores do Maranhão não se deixem convencer quando Lula pedir votos para a Roseana Sarney (vixe, vixe!).
P.S. 2 – Agradeço ao antropólogo wayuu do clã Uliana, Weidler Guerra Curvelo, autor do livro “La disputa y La palabra. La Ley em La sociedad wayuu”, publicado em 2001. Foi de lá que retirei as informações aqui apresentadas.O livro, dividido em oito capítulos, recebeu o Premio Nacional de Cultura em 2001 e foi publicado pelo Ministerio de Cultura da Colombia. Seu autor é mestre em antropologia pela Universidade de Los Andes e foi secretário de Assuntos Indigenas do Departamento da La Guajira. Em seu trabalho de pesquisa, entrevistou vários palabreros, entre os quais o conhecido Sarakaana Pushaina que lhe apresentou o funcionamento mitico do sistema normativo Wayuu.
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Divergências Políticas e o Poder das autoridades
UM DIA MEU PAI FALOU,PARA QUE EU NUNCA MENTICE! MAS ELE ESQUECEU DE DIZER A VERDADE.
Comentários do General Ednardo Acerca
sobre o discurso do Senador. Mercadante do PT, pronunciado em 18 de fevereiro de 2010.
O General Ednardo foi colega do pai do Mercadante (Gen.Oliva) jamais esperava um pronunciamento tão mentiroso por ocasião dos 30 anos de partido dos petralhas.
Estimado senhor Mercadante que belo discurso dos 30 míseros anos do PT meu senador. Como paulista fico arrepiado e com a certeza de que nunca mais vou votar no senhor. Quanta mentira em discurso. Será que o senhor pensa que somos bobos?
Porque o senhor não disse que o presidente Lula comprou todos os títulos que lhe foram auferidos pelos jornais comunistóides da Europa?O senhor que é economista não disse nada do tamanho da dívida interna de nosso país,que estava em 600 bilhões em 2003 e agora chega a 1trilhão e 600 bilhões,além de o PT fica alardeando que pagou a dívida externa para o FMI ou seja e outros 300 bilhões devidos a outros órgãos forma perdoados?
Liberdade total de imprensa:outra grande mentira.Boris Casoy que o diga!
Basta alguém falar mal de vocês que são demitidos imediatamente. Agora a maior mentira é essa de 80%de aprovação do apedeuta?
Tudo mentira!
Ele não tem nem 30%e o que tem é somente das bolsas-esmola.
Lembra da mega vaia do Maracanã, por ocasião da abertura dos jogos Panamericanos?
Curioso é que o senhor não falou nada do aparelhamento do estado pelos petralhas. Não falou da instituição da corrupção.
No tocante à política internacional o senhor não falou nada:O fiasco Chavez,o tapa na cara que levaram da pequena,porém aguerrida Honduras e agora essa atrapalhada com Iran,sem contar outros equívocos como o perdão de dividas de inúmeros países africanos e americanos e a aceitação do roubo da Bolívia de nossas refinarias,ou seja,confundem ideologia com política internacional.
Como sabemos o Brasil está desmoralizado lá fora.
O Brasil não é do seu partido e vocês vão ser responsabilizados por todos esses erros primários.
Ou seja, seu discurso só teve falácias e mentiras,o que é muito triste para todos nós brasileiros.
E o III PNDH: isso é a constituição da União Soviética meu caro senador.Aonde querem chegar? Tentem implantar o comunismo aqui na marra,que vão acordar os militares de novo e eu como povo e pagador de impostos,vou pedir que eles atuem novamente para extirpar essa corja de comunas de nosso país.
Precisamos de alguém mais autêntico em seus próximos discursos pois nós o povo brasileiro estamos fartos de tanta mentira.O governo atual até agora continua sendo um desastre para nosso país em todos os sentidos e poderá afundar até o seu final,isto é,se o presidente Lula resolver virar a mesa quando sua candidata “Dilma” perder as eleições.
CAINDO NA REAL
É uma Pena que o general Ednardo não falou o que gostariamos de ouvir.Queremos saber sim! Sobre nossas forças armadas. Fato de até hoje, não terem se manifestado na seguraça da população brasileira.O crime no Brasil está dominando! Criticamos a Colômbia pela sua política erronia, porém o presidente Alvaro Uribe, disponibilizou seu contingente, nas ruas de Bogóta e reduziu o índice de criminalidade até 75% no país.Queremos saber sim! Da soberânia da nossa Amazônia. Pois a cada dia que passa, terras brasileira são vendidas naquela região. Estrangeiros compram e fazem o que querem além de tudo, autorizam ou não a entrada de brasileiros em território brasileiro. É o caso da triplíce fronteira entre o BRASIL,COLÔMBIA e PERÚ uma regiãocompletamente abandonada varias intituicões fazem parte de uma mafia onde só quem ganha é quem faz parte do estado. O Exército não faz nada, mas sabe do que se trata, quando o assunto é crime. Em pelotões especias de Fronteira. É o caso do V pelotão especial de fronteira em Maturacá, fazendo parte de outra triplíce fronteira BRASIL,COLÔMBIA e VENEZUELA, onde até um pouco tempo atrás missionário chamado pelo nome de Miguel natural de Porto Rico, escravizava índios em busca de ouro em uma área rica em minério e nada mudava.
Era o comentário no mesmo pelotão.Alem dos crimes que o mesmo praticava com índias YANOMAMI.
Como sempre tudo acabava em CAXIRÍ, uma forma de festa daquela etnia. Foi remanejado, pois estava sendo observado ja estava dando na vista. E claro hoje praticando seus delitos em outra área índigena. Militares sabem do que se trata, mas não podem mudar o rumo da historia.porque seria? O CMA comando militar da Amazônia sabe do que se trata!Seria um transtorno isso chegar impossivel chegar aos meios de comunicação de massa.Isso poderia pois gerar um problema grandioso.
UM BRASIL ESQUECIDO E OS VERDADEIROS DONOS DAS TERRAS NAS MÃOS DE GRINGOS!
Comentários do General Ednardo Acerca
sobre o discurso do Senador. Mercadante do PT, pronunciado em 18 de fevereiro de 2010.
O General Ednardo foi colega do pai do Mercadante (Gen.Oliva) jamais esperava um pronunciamento tão mentiroso por ocasião dos 30 anos de partido dos petralhas.
Estimado senhor Mercadante que belo discurso dos 30 míseros anos do PT meu senador. Como paulista fico arrepiado e com a certeza de que nunca mais vou votar no senhor. Quanta mentira em discurso. Será que o senhor pensa que somos bobos?
Porque o senhor não disse que o presidente Lula comprou todos os títulos que lhe foram auferidos pelos jornais comunistóides da Europa?O senhor que é economista não disse nada do tamanho da dívida interna de nosso país,que estava em 600 bilhões em 2003 e agora chega a 1trilhão e 600 bilhões,além de o PT fica alardeando que pagou a dívida externa para o FMI ou seja e outros 300 bilhões devidos a outros órgãos forma perdoados?
Liberdade total de imprensa:outra grande mentira.Boris Casoy que o diga!
Basta alguém falar mal de vocês que são demitidos imediatamente. Agora a maior mentira é essa de 80%de aprovação do apedeuta?
Tudo mentira!
Ele não tem nem 30%e o que tem é somente das bolsas-esmola.
Lembra da mega vaia do Maracanã, por ocasião da abertura dos jogos Panamericanos?
Curioso é que o senhor não falou nada do aparelhamento do estado pelos petralhas. Não falou da instituição da corrupção.
No tocante à política internacional o senhor não falou nada:O fiasco Chavez,o tapa na cara que levaram da pequena,porém aguerrida Honduras e agora essa atrapalhada com Iran,sem contar outros equívocos como o perdão de dividas de inúmeros países africanos e americanos e a aceitação do roubo da Bolívia de nossas refinarias,ou seja,confundem ideologia com política internacional.
Como sabemos o Brasil está desmoralizado lá fora.
O Brasil não é do seu partido e vocês vão ser responsabilizados por todos esses erros primários.
Ou seja, seu discurso só teve falácias e mentiras,o que é muito triste para todos nós brasileiros.
E o III PNDH: isso é a constituição da União Soviética meu caro senador.Aonde querem chegar? Tentem implantar o comunismo aqui na marra,que vão acordar os militares de novo e eu como povo e pagador de impostos,vou pedir que eles atuem novamente para extirpar essa corja de comunas de nosso país.
Precisamos de alguém mais autêntico em seus próximos discursos pois nós o povo brasileiro estamos fartos de tanta mentira.O governo atual até agora continua sendo um desastre para nosso país em todos os sentidos e poderá afundar até o seu final,isto é,se o presidente Lula resolver virar a mesa quando sua candidata “Dilma” perder as eleições.
CAINDO NA REAL
É uma Pena que o general Ednardo não falou o que gostariamos de ouvir.Queremos saber sim! Sobre nossas forças armadas. Fato de até hoje, não terem se manifestado na seguraça da população brasileira.O crime no Brasil está dominando! Criticamos a Colômbia pela sua política erronia, porém o presidente Alvaro Uribe, disponibilizou seu contingente, nas ruas de Bogóta e reduziu o índice de criminalidade até 75% no país.Queremos saber sim! Da soberânia da nossa Amazônia. Pois a cada dia que passa, terras brasileira são vendidas naquela região. Estrangeiros compram e fazem o que querem além de tudo, autorizam ou não a entrada de brasileiros em território brasileiro. É o caso da triplíce fronteira entre o BRASIL,COLÔMBIA e PERÚ uma regiãocompletamente abandonada varias intituicões fazem parte de uma mafia onde só quem ganha é quem faz parte do estado. O Exército não faz nada, mas sabe do que se trata, quando o assunto é crime. Em pelotões especias de Fronteira. É o caso do V pelotão especial de fronteira em Maturacá, fazendo parte de outra triplíce fronteira BRASIL,COLÔMBIA e VENEZUELA, onde até um pouco tempo atrás missionário chamado pelo nome de Miguel natural de Porto Rico, escravizava índios em busca de ouro em uma área rica em minério e nada mudava.
Era o comentário no mesmo pelotão.Alem dos crimes que o mesmo praticava com índias YANOMAMI.
Como sempre tudo acabava em CAXIRÍ, uma forma de festa daquela etnia. Foi remanejado, pois estava sendo observado ja estava dando na vista. E claro hoje praticando seus delitos em outra área índigena. Militares sabem do que se trata, mas não podem mudar o rumo da historia.porque seria? O CMA comando militar da Amazônia sabe do que se trata!Seria um transtorno isso chegar impossivel chegar aos meios de comunicação de massa.Isso poderia pois gerar um problema grandioso.
UM BRASIL ESQUECIDO E OS VERDADEIROS DONOS DAS TERRAS NAS MÃOS DE GRINGOS!
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