A Prefeitura de Tabatinga, cidade do Amazonas onde 1.249 haitianos estão em situação irregular, aguardando a concessão de visto humanitário, e que registrou a entrada de 208 deles em apenas cinco dias, disse que já fez tudo que podia para ajudar os estrangeiros. O município afirma que não pode usar verbas de fundos municipais para auxiliá-los.Segundo o secretário de Comunicação, Francisco Magdo Ferreira, os serviços públicos da cidade, como postos de saúde, sofrem com a sobrecarga de usuários, já que não param de chegar estrangeiros.
Ferreira teme que os haitianos, sem condições de se alimentar e dormir adequadamente, recorram ao tráfico de drogas para obter dinheiro. “Daqui a pouco eles vão começar a passar fome e o tráfico vai começar a treinar eles, vão passar a ser "mula" (transportador de droga). Estamos na porta de entrada de tudo quanto é droga que entra pelo mundo”, afirma.
De acordo com o censo do IBGE, Tabatinga tem cerca de 52 mil habitantes. Porém, segundo Ferreira, a população flutuante da cidade é de quase o dobro de pessoas, por ser uma cidade com muitos estrangeiros e de fronteira.
“A prefeitura não pode retirar dinheiro dos fundos da educação e da saúde para isso. Hoje chegam de 40 a 50 haitianos por semana. Só de peruanos morando aqui temos 10 mil, que não foram computados no censo. Tabatinga tem de 80 mil a 90 mil pessoas usando os serviços públicos”, conta o secretário.
De acordo com o secretário de Comunicação de Tabatinga, no ano passado a prefeitura pediu que o governo estadual e a União liberassem verbas para ajudar os haitianos e encaminhou relatório para o Ministério das Relações Exteriores relatando as dificuldades.
“Solicitamos verba específica para ajudá-los fornecendo alojamento e alimentação. Não tivemos nenhuma resposta até hoje”, disse Ferreira, afirmando que o orçamento da prefeitura do ano passado era de R$ 3 milhões e que a cidade não tem sequer um abrigo público.
De acordo com equipe da organização não-governamental Médicos Sem Fronteira que está em Tabatinga, há haitianos dormindo nas ruas, e grupos de 40 pessoas tendo que dividir uma única latrina, em situações inadequadas de higiene. Muitos dependem da doação de refeições feitas pela Igreja Católica em dias de semana e para 400 pessoas — um terço das que estão em situação irregular. Nos finais de semana, segundo a Ong, a situação se agrava.
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
domingo, 18 de dezembro de 2011
Balanço Mostra Aumento de Apreensões em seis meses de Operação nas Fronteiras
Foram apreendidas 59 motos, 20 caminhões, 465 quilos de agrotóxicos, 332 quilos de maconha, 19,5 quilos de cocaína, além de 63 armas, sendo duas de uso exclusivo militar, 8 mil quilos de explosivos.
Lançado em 8 de junho pela Presidência da República para prevenir e reprimir práticas criminosas nas regiões fronteiriças, o Plano Estratégico de Fronteiras completou seis meses com aumento na apreensão de produtos e substâncias ilícitas, além de um maior número de abordagens policiais.
Composto pelas operações Sentinela e Ágata, coordenadas, respectivamente, pelos ministérios da Justiça e da Defesa, a iniciativa resultou também numa maior integração entre órgãos federais, estaduais e municipais responsáveis por fiscalizar e controlar as fronteiras.
Somente a Operação Sentinela resultou na apreensão de 115,3 toneladas de maconha e cocaína; 473 mil fármacos; 4,4 milhões de pacotes de cigarros; 534 armas de fogo. Além disso, 4,2 mil pessoas foram presas em flagrante. Os resultados são relativos ao período de 8 de junho a 8 de dezembro e, segundo o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, superaram a expectativa inicial.
De acordo o ministro, o volume de maconha apreendida é 14 vezes superior ao do mesmo período de 2010. Já a quantidade de cigarro contrabandeado apreendido é oito vezes maior, enquanto o número de pessoas detidas cresceu sete vezes. Cardozo acredita que os resultados são ainda mais expressivos, já que, normalmente, as apreensões crescem no final do ano.
"Essa fiscalização não é simples. Se não é para países pequenos, que dirá para um país como o Brasil", disse Cardozo, destacando que o plano terá continuidade e que, portanto, a crescente integração entre os órgãos públicos das três esferas deverá gerar resultados ainda melhores no futuro. "Nunca havíamos conseguido o nível de integração [com estados e municípios] que temos hoje. Tudo nos leva a crer que, no ano que vem, a maior integração resultará em dados ainda mais expressivos."
Já a Operação Ágata, coordenada pelo Ministério da Defesa em parceria com a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), mobilizou mais de 17,6 mil homens das três forças que patrulharam 11,6 mil quilômetros de fronteiras (ou 63% dos 16,8 mil quilômetros totais). Também foram patrulhados um total de 45 mil quilômetros de rios e lagos, nos quais 46 embarcações foram notificadas ou apreendidas.
Foram apreendidas 59 motos, 20 caminhões, 465 quilos de agrotóxicos, 332 quilos de maconha, 19,5 quilos de cocaína, além de 63 armas, sendo duas de uso exclusivo militar, 8 mil quilos de explosivos, R$ 345 mil em dinheiro e US$ 250 mil. A fim de coibir também os crimes ambientais, foram fiscalizadas cinco madeireiras ilegais e três garimpos, onde também foram apreendidos produtos como madeira extraída ilegalmente.
Para o vice-presidente Michel Temer, os resultados mostram o sucesso do plano, mesmo que as duas operações, juntas, não contemplem toda a extensão fronteiriça brasileira. "Foi um início extraordinário para quem não havia feito nada antes em relação às fronteiras. E a tendência é que, em algum momento esses números caiam, já que [com a ação repressiva] a criminalidade tende a cair", disse Temer, garantindo a continuidade da iniciativa. "Seguramente, isso irá exigir mais recursos, mas a intenção do governo é dar pleno apoio a essa operação."
Lançado em 8 de junho pela Presidência da República para prevenir e reprimir práticas criminosas nas regiões fronteiriças, o Plano Estratégico de Fronteiras completou seis meses com aumento na apreensão de produtos e substâncias ilícitas, além de um maior número de abordagens policiais.
Composto pelas operações Sentinela e Ágata, coordenadas, respectivamente, pelos ministérios da Justiça e da Defesa, a iniciativa resultou também numa maior integração entre órgãos federais, estaduais e municipais responsáveis por fiscalizar e controlar as fronteiras.
Somente a Operação Sentinela resultou na apreensão de 115,3 toneladas de maconha e cocaína; 473 mil fármacos; 4,4 milhões de pacotes de cigarros; 534 armas de fogo. Além disso, 4,2 mil pessoas foram presas em flagrante. Os resultados são relativos ao período de 8 de junho a 8 de dezembro e, segundo o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, superaram a expectativa inicial.
De acordo o ministro, o volume de maconha apreendida é 14 vezes superior ao do mesmo período de 2010. Já a quantidade de cigarro contrabandeado apreendido é oito vezes maior, enquanto o número de pessoas detidas cresceu sete vezes. Cardozo acredita que os resultados são ainda mais expressivos, já que, normalmente, as apreensões crescem no final do ano.
"Essa fiscalização não é simples. Se não é para países pequenos, que dirá para um país como o Brasil", disse Cardozo, destacando que o plano terá continuidade e que, portanto, a crescente integração entre os órgãos públicos das três esferas deverá gerar resultados ainda melhores no futuro. "Nunca havíamos conseguido o nível de integração [com estados e municípios] que temos hoje. Tudo nos leva a crer que, no ano que vem, a maior integração resultará em dados ainda mais expressivos."
Já a Operação Ágata, coordenada pelo Ministério da Defesa em parceria com a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), mobilizou mais de 17,6 mil homens das três forças que patrulharam 11,6 mil quilômetros de fronteiras (ou 63% dos 16,8 mil quilômetros totais). Também foram patrulhados um total de 45 mil quilômetros de rios e lagos, nos quais 46 embarcações foram notificadas ou apreendidas.
Foram apreendidas 59 motos, 20 caminhões, 465 quilos de agrotóxicos, 332 quilos de maconha, 19,5 quilos de cocaína, além de 63 armas, sendo duas de uso exclusivo militar, 8 mil quilos de explosivos, R$ 345 mil em dinheiro e US$ 250 mil. A fim de coibir também os crimes ambientais, foram fiscalizadas cinco madeireiras ilegais e três garimpos, onde também foram apreendidos produtos como madeira extraída ilegalmente.
Para o vice-presidente Michel Temer, os resultados mostram o sucesso do plano, mesmo que as duas operações, juntas, não contemplem toda a extensão fronteiriça brasileira. "Foi um início extraordinário para quem não havia feito nada antes em relação às fronteiras. E a tendência é que, em algum momento esses números caiam, já que [com a ação repressiva] a criminalidade tende a cair", disse Temer, garantindo a continuidade da iniciativa. "Seguramente, isso irá exigir mais recursos, mas a intenção do governo é dar pleno apoio a essa operação."
Presidente do Inea sobrevoa região de Angra onde vazou óleo
O vazamento foi causado pelo navio Cidade de São Paulo, da empresa Modec, que presta serviços à Petrobras na exploração do pré-sal.
A presidente do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Marilene Ramos, sobrevoou hoje (18) a região de Angra dos Reis onde vazaram para o mar cerca de 10 mil litros de óleo na última sexta-feira (16). O vazamento foi causado pelo navio Cidade de São Paulo, da empresa Modec, que presta serviços à Petrobras na exploração do pré-sal.
“A mancha foi vista nas proximidades da Ilha dos Porcos. Duas embarcações da empresa Modec e da Petroclean estão fazendo a dispersão mecânica do óleo com jatos de água”, explicou a secretária. Ela lembrou que o plano de emergência foi acionado ontem, assim que o Inea foi informado do acidente e que ontem mesmo o Inea multou a Modec em R$ 10 milhões.
Segundo Marilene Ramos, o acidente foi provocado por falha humana, quando o navio se dirigia ao Estaleiro Brasfels, em Angra dos Reis, para manutenção. A Superintendência Regional da Baía de Ilha Grande e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) foram acionados, mas as condições climáticas impediram o início do trabalho previsto no plano de contingência. A presidente do Inea garantiu que o órgão vai continuar monitorando o trabalho e a trajetória da mancha.
A presidente do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Marilene Ramos, sobrevoou hoje (18) a região de Angra dos Reis onde vazaram para o mar cerca de 10 mil litros de óleo na última sexta-feira (16). O vazamento foi causado pelo navio Cidade de São Paulo, da empresa Modec, que presta serviços à Petrobras na exploração do pré-sal.
“A mancha foi vista nas proximidades da Ilha dos Porcos. Duas embarcações da empresa Modec e da Petroclean estão fazendo a dispersão mecânica do óleo com jatos de água”, explicou a secretária. Ela lembrou que o plano de emergência foi acionado ontem, assim que o Inea foi informado do acidente e que ontem mesmo o Inea multou a Modec em R$ 10 milhões.
Segundo Marilene Ramos, o acidente foi provocado por falha humana, quando o navio se dirigia ao Estaleiro Brasfels, em Angra dos Reis, para manutenção. A Superintendência Regional da Baía de Ilha Grande e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) foram acionados, mas as condições climáticas impediram o início do trabalho previsto no plano de contingência. A presidente do Inea garantiu que o órgão vai continuar monitorando o trabalho e a trajetória da mancha.
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Narcotraficantes cria força com policiais no medio solimões
O deputado estadual Sidney Leite (DEM) vai apelar para o secretário de Segurança Pública, coronel Vital, que investigue suposto envolvimento de policiais no narcotráfico no Médio Solimões e reforce a segurança nos municípios de Juruá, Jutaí e Fonte Boa, que estão à mercê do narcotráfico.
Existem várias denúncias de lideranças políticas e da própria população, nos últimos dias, com pedido de providências. “A situação é delicada; a própria polícia está na mira dos narcotraficantes, alguns sendo acusados de fazer “vistas grossas”.
Em Jutaí existem três policiais militares e um Civil, enquanto nos demais municípios especificados a situação não é diferente. “É preciso uma ação mais eficaz neste sentido, as famílias estão desesperadas”, é evidente o avanço do narcotráfico em Fonte Boa, cuja droga vem para Manaus.
É preciso uma ação da Polícia Federal nos municípios amazonenses. “Muitos policiais se omitem como medo de retaliação por parte dos narcotraficantes”.
Existem várias denúncias de lideranças políticas e da própria população, nos últimos dias, com pedido de providências. “A situação é delicada; a própria polícia está na mira dos narcotraficantes, alguns sendo acusados de fazer “vistas grossas”.
Em Jutaí existem três policiais militares e um Civil, enquanto nos demais municípios especificados a situação não é diferente. “É preciso uma ação mais eficaz neste sentido, as famílias estão desesperadas”, é evidente o avanço do narcotráfico em Fonte Boa, cuja droga vem para Manaus.
É preciso uma ação da Polícia Federal nos municípios amazonenses. “Muitos policiais se omitem como medo de retaliação por parte dos narcotraficantes”.
sábado, 22 de outubro de 2011
Umariacú Belém do Solimões São Encontradas Armas De Alto Calibre Na Fronteira Entre Brasil Colômbia E Perú
Policiais encontraram um fuzil e 30 munições próximo à comunidade onde havia um arsenal.
No Amazonas foi realizado duas apreensões de armamento de grosso calibre em comunidades indígenas na cidade de Tabatinga.Localizado mais um fuzil 762 com 30 munições e mais oito carregadores. Desta vez a apreensão ocorreu na Comunidade Belém do Solimões.
A Policia Federal havia encontrado um arsenal, na Comunidade Umariaçu, com os colombianos José Gomes, 26, e Harvy Ferreira, 29. Em poder deles foram apreendidos um lançador de granada com seis granadas, 11 granadas de mão, dois fuzis 762 de fabricação belga, 18 carregadores de fuzil e 359 munições calibre 762, uma submetralhadora PT40 e 14 munições PT40, uma pistola 9mm e três munições 9mm.
O delegado da Polícia Federal, em Tabatinga, Alexandre Rabelo, informou que estão investigando a suspeita do envolvimento de indígenas com o narcotráfico. Segundo o delegado, em depoimento, os suspeitos afirmaram que atuavam como ‘soldados do tráfico’ para o narcotraficante Jair Ardela Michue, o ‘Javier’. Um dos fuzis, segundo a PF, apresentava o brasão do Exército peruano. Para a Polícia Federal, Javier era considerado um dos maiores narcotraficantes da região da tríplice fronteira (Brasil/Peru/Colômbia). Ele foi preso em março deste ano pela PF durante a operação Ilhas. “Em depoimento, eles disseram que ‘trabalhavam’ somente fazendo a proteção dos sítios do Javier”, comentou Rabelo.
No entanto, segundo as investigações, há suspeita de que José e Harvy tenham participado de um confronto em maio do ano passado, na fronteiro do Brasil com o Peru, que resultou na morte de cinco pessoas. “Agora nós queremos descobrir se há o envolvimento dos indígenas atuando como soldados do tráfico para o Javier”, declarou o delegado.
Rabelo informou, ainda, que indígenas da comunidade já haviam sido presos anos anteriores depois de terem sido flagrados atuando como mulas para traficantes.
No Amazonas foi realizado duas apreensões de armamento de grosso calibre em comunidades indígenas na cidade de Tabatinga.Localizado mais um fuzil 762 com 30 munições e mais oito carregadores. Desta vez a apreensão ocorreu na Comunidade Belém do Solimões.
A Policia Federal havia encontrado um arsenal, na Comunidade Umariaçu, com os colombianos José Gomes, 26, e Harvy Ferreira, 29. Em poder deles foram apreendidos um lançador de granada com seis granadas, 11 granadas de mão, dois fuzis 762 de fabricação belga, 18 carregadores de fuzil e 359 munições calibre 762, uma submetralhadora PT40 e 14 munições PT40, uma pistola 9mm e três munições 9mm.
O delegado da Polícia Federal, em Tabatinga, Alexandre Rabelo, informou que estão investigando a suspeita do envolvimento de indígenas com o narcotráfico. Segundo o delegado, em depoimento, os suspeitos afirmaram que atuavam como ‘soldados do tráfico’ para o narcotraficante Jair Ardela Michue, o ‘Javier’. Um dos fuzis, segundo a PF, apresentava o brasão do Exército peruano. Para a Polícia Federal, Javier era considerado um dos maiores narcotraficantes da região da tríplice fronteira (Brasil/Peru/Colômbia). Ele foi preso em março deste ano pela PF durante a operação Ilhas. “Em depoimento, eles disseram que ‘trabalhavam’ somente fazendo a proteção dos sítios do Javier”, comentou Rabelo.
No entanto, segundo as investigações, há suspeita de que José e Harvy tenham participado de um confronto em maio do ano passado, na fronteiro do Brasil com o Peru, que resultou na morte de cinco pessoas. “Agora nós queremos descobrir se há o envolvimento dos indígenas atuando como soldados do tráfico para o Javier”, declarou o delegado.
Rabelo informou, ainda, que indígenas da comunidade já haviam sido presos anos anteriores depois de terem sido flagrados atuando como mulas para traficantes.
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domingo, 25 de setembro de 2011
PONTE MANUFATURADA TRÁZ DOR DE CABEÇA A POLÍTICOS NO AMAZONAS
Deputado estadual Marcelo Ramos se revolta com o gasto de dinheiro público na contrução monumantal da ponte e cobra retorno da verba.
O ex-governador do Amazonas Eduardo Braga anunciou que a construção da ponte Manaus-Iranduba. Licitada por menos de R$ 500 milhões, a ponte será entregue por mais de R$ 1 bilhão, isso sem contar os custos das obras do entorno, determinadas pelo Estudo de Impacto de Vizinhança.
A gravidade de uma obra que custou o dobro do valor licitado, o ex-governador resolveu homenagear a ponte com a construção de uma praça e um totem na Avenida Brasil. Para ser coerente com o superfaturamento da ponte, o monumento em sua homenagem custou R$ 5,5 milhões – o preço de uma escola de tempo integral.
Acontece, que o monumento foi construído em 2009/2010, sendo que o ex-governador recebeu em 2008 o Estudo de Impacto de Vizinhança da ponte que indicava a necessidade de construção de uma passagem de nível exatamente no local onde foi construído a praça e o totem. Resultado, após o ex-governador gastar R$ 5,5 milhões, o atual governador está – corretamente – derrubando a obra do antecessor.
Em maio o Ministério Público Estadual denunciou esse absurdo desperdício de dinheiro público. Como até agora nenhuma providência foi tomada ou ação foi ajuizada, essa semana ajuizarei Ação Popular para que o ex-governador seja condenado a devolver aos cofres públicos os R$ 5,5 milhões, além de responder por improbidade administrativa.
O governo teve recursos para pagar pela ponte o dobro do valor licitado e pra construir um monumento – agora demolido – pelo preço de uma escola de tempo integral, diz que não tem dinheiro para manter a ponte e anuncia que cobrará pedágio.
Boatos sobre padágio que será cobrado assusta amazonenses a ponte que liga manaus a Iranduba começa a ganhar repercussão na boca do manauara e muito prejuízo nos cofres publicos.
O ex-governador do Amazonas Eduardo Braga anunciou que a construção da ponte Manaus-Iranduba. Licitada por menos de R$ 500 milhões, a ponte será entregue por mais de R$ 1 bilhão, isso sem contar os custos das obras do entorno, determinadas pelo Estudo de Impacto de Vizinhança.
A gravidade de uma obra que custou o dobro do valor licitado, o ex-governador resolveu homenagear a ponte com a construção de uma praça e um totem na Avenida Brasil. Para ser coerente com o superfaturamento da ponte, o monumento em sua homenagem custou R$ 5,5 milhões – o preço de uma escola de tempo integral.
Acontece, que o monumento foi construído em 2009/2010, sendo que o ex-governador recebeu em 2008 o Estudo de Impacto de Vizinhança da ponte que indicava a necessidade de construção de uma passagem de nível exatamente no local onde foi construído a praça e o totem. Resultado, após o ex-governador gastar R$ 5,5 milhões, o atual governador está – corretamente – derrubando a obra do antecessor.
Em maio o Ministério Público Estadual denunciou esse absurdo desperdício de dinheiro público. Como até agora nenhuma providência foi tomada ou ação foi ajuizada, essa semana ajuizarei Ação Popular para que o ex-governador seja condenado a devolver aos cofres públicos os R$ 5,5 milhões, além de responder por improbidade administrativa.
O governo teve recursos para pagar pela ponte o dobro do valor licitado e pra construir um monumento – agora demolido – pelo preço de uma escola de tempo integral, diz que não tem dinheiro para manter a ponte e anuncia que cobrará pedágio.
Boatos sobre padágio que será cobrado assusta amazonenses a ponte que liga manaus a Iranduba começa a ganhar repercussão na boca do manauara e muito prejuízo nos cofres publicos.
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DINHEIRO PÚBLICO,
FAUCATRUA...,
MONUMENTO
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
TABATINGA CIDADE CHACINA DO BRASIL ENCONTRA RADIALISTA MORTO
O radialista Vanderlei Canuto, da rádio Santa Rosa, foi assassinado por volta das 20h30 dessa quinta-feira (01) em uma esquina perto da casa dele. Ele foi morto com oito tiros. De acordo com informações de testemunhas , dois homens em uma moto teriam feito os disparos. Vanderlei era conhecido na cidade por ser um forte opositor do prefeito Saul Nunes Bemerguy . Pessoas mais próximas do radialista suspeitam de que o crime tenha motivação política.
Algumas pessoas acompanhavam o cortejo usando faixas pretas nas bocas como se fossem mordaças. O radialista deixou esposa e dois filhos. O assassinato do radialista Valderlei Canuto continua sendo um mistério.
As investigações sobre o crime foram iniciadas pela delegacia de Tabatinga (a 1.105 quilômetros), mas estão paradas.
jaime Ferreira DELEGADO,o surgimento do nome de dois políticos da cidade fez o caso ser encaminhado a Justiça de Tabatinga e ao Tribunal de Justiça do Amazonas. Um dos suspeitos é o prefeito da cidade, Saul Bemereguy.
O radialista encontrado morto no dia 1º de setembro com oito tiros espalhados pelo corpo.políticos estão entre as suspeitas de terem cometido o crime tão brutal.
Vanderlei canuto foi um cidadão guerreiro que brigava pelas causas do povo de Tabatinga pelas etnias do solimões e calado de forma covarde deixou familiares e amigos com um sentimento de revolta e medo. Tabatinga o lugar do Brasil mais esquecido do mundo. Onde tudo pode acontecer, terra sem lei e de desigualdade social.
Algumas pessoas acompanhavam o cortejo usando faixas pretas nas bocas como se fossem mordaças. O radialista deixou esposa e dois filhos. O assassinato do radialista Valderlei Canuto continua sendo um mistério.
As investigações sobre o crime foram iniciadas pela delegacia de Tabatinga (a 1.105 quilômetros), mas estão paradas.
jaime Ferreira DELEGADO,o surgimento do nome de dois políticos da cidade fez o caso ser encaminhado a Justiça de Tabatinga e ao Tribunal de Justiça do Amazonas. Um dos suspeitos é o prefeito da cidade, Saul Bemereguy.
O radialista encontrado morto no dia 1º de setembro com oito tiros espalhados pelo corpo.políticos estão entre as suspeitas de terem cometido o crime tão brutal.
Vanderlei canuto foi um cidadão guerreiro que brigava pelas causas do povo de Tabatinga pelas etnias do solimões e calado de forma covarde deixou familiares e amigos com um sentimento de revolta e medo. Tabatinga o lugar do Brasil mais esquecido do mundo. Onde tudo pode acontecer, terra sem lei e de desigualdade social.
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